Perguntas Frequentes

Todo tipo de plástico, inclusive o PP, sofre degradação se ficar exposto durante muito tempo ao ar livre. Contudo, atualmente existem estabilizantes de proteção UV (disnponível como opcional para os produtos Core Case) que podem ser adicionados a matéria-prima utilizada para a fabricação das caixas plásticas. Estas substâncias protegem as caixas e permitem que elas resistam por um período mais longo aos intempéries. De qualquer maneira, independente do material de que a caixa de testemunhos seja feita (madeira, metal, plástico, etc.), não recomenda-se a sua exposição direta ao tempo devido a alteração nas características das rochas produzidas pelo intemperismo.

Não, as caixas possuem furos (na forma de ralos) entre cada parede das divisórias justamente para evitar o acúmulo de água.

Prever o tempo de duração do plástico sempre foi motivo de muita discussão. Contudo, estima-se uma durabilidade acima de 10 anos se as caixas forem adequadamente armazenadas (em galpões com compartimento para cada caixa e com cobertura para evitar a exposição às intempéries). Se as caixas forem empilhadas uma sobre as outras durante um longo período espera-se um prazo menor de durabilidade (cerca de 5 anos), principalmente na base da pilha (primeiras duas caixas) onde a pressão exercida é maior, podendo haver alguma ruptura e/ou rachaduras nas quinas das caixas. Este processo deverá ser acelerado ainda mais se as caixas ficarem expostas ao sol e não possuirem estabilizante UV em sua composição.

Detergentes para limpeza e HCl, comumente usado pelos geólogos durante a descrição dos testemunhos, não devem agredir às caixas plásticas devido a inertilidade do material do qual são feitas (polipropileno - PP.

Sim, foram feitos diversos testes e simulações (ensaios de tração, flexão, tensão, impacto e dureza) que focaram na capacidade de armazenamento e empilhamento, resistência e durabilidade das caixas plásticas. Entretanto, quando se trata de tempo de duração sempre é difícil prever, dependendo muito da cultura da empresa/usuário em relação a forma de utilização. Deve-se estar ciente de que as caixas não poderão ser manuseadas pelas abas ou qualquer maneira, tampouco jogadas na caçamba de veículos sem nenhum cuidado.

Quanto às medidas seguem exatamente as mesmas dimensões das caixas de madeira NQ2, HQ e BQ (futuramente), visando justamente atender os padrões das empresas brasilerias e estrangeiras.

Já estão em fase final de confecção os moldes para fabricação dos toquinhos (core shocks) e de perfis para alargamento do topo das divisórias internas das caixas (para empresas que costumam fazer marcações nas divisórias das caixas). Também está em fase de estudo a possibilidade de confeccionarmos produtos plásticos para amostragem de material proveniente de sondagem. Aguardem!!!

Embora hoje em dia seja possível fazer quase que qualquer coisa de plástico, se o porta-plaqueta fosse feito com o encaixe de cima para baixo, haveria uma grande implicação técnica na confecção do molde devido ao sentido de extração da peça. Não que seja impossível de ser feito, de fato existe a possibilidade sim. Contudo, isso implicaria em um maior investimento em ferramentas (moldes), além de possivelmente enfraquecer a estrutura do molde e demandar uma maior injetora durante a fabricação das caixas devido não somente ao maior tamanho do molde, quanto ao peso. Portanto, por questões técnico-econômicas optou-se por fazer o porta-plaqueta desta forma. Para resolver a questão da possibilidade de queda da plaqueta, sugere-se a utilização de fixadores metálicos (rebites ou arrebites) ou colas de alto desempenho (Araldite, por exemplo). Outra alternativa seria a confecção de adesivos de alta aderência para inserção dos dados e personalizados conforme as necessidades do usuário.

As divisórias internas das caixas plásticas são onduladas visando distribuir homogeneamente o peso das caixas quando estas estiverem empilhadas, contribuindo assim, quanto a resistência e durabilidade das caixas. Além disso, o fato das divisórias serem onduladas facilita a pegada para a retirada dos testemunhos durante as atividades de medição, descrição e amostragem.

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